| Depois da queda
do volume de operações de securitização
em 2007, o mercado aposta no crescimento deste segmento em 2008
devido à nova Instrução da CVM (Comissão
de Valores Mobiliários), ainda em fase de elaboração
pelo órgão regulador do mercado de capitais, em
que os fundos imobiliários serão divididos em
classes: imóveis, recebíveis imobiliários
e um híbrido com ambos ativos mesclados na carteira.
Para o sócio-diretor da Nova Securitização,
Roberto Hage, esta instrução vai facilitar as
operações de CRI's corporativos (Built-to-Suit),
"criando liquidez aos papéis emitidos com esse
tipo de lastro", observa. Diante desta movimentação
do mercado, Hage prevê abertura de espaço para
diversificação de operações.
Baseada nisso, a Nova Securitização está
criando uma área especializada em recebíveis
agrícolas e pleiteando junto à CVM autorização
para emissão de certificado lastreado em operações
agrícolas, a qual será pioneira no Brasil em
caso de aprovação pelo órgão regulador.
“Temos que tentar aproveitar as oportunidades que o
mercado possibilita e estarmos preparados para o surgimento
delas”, declara o sócio-diretor da empresa.
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